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Showing posts from November, 2015

Vivo de ti, mas não mais por ti

Hoje quero sentar-me Ouvir-te Comer Não à ti, mas de ti Da essência do teu saber Do teu viver Tecer dos exemplos um novo querer Crescer Renascer Hoje sento-me Oiço Bebo  Sem querer fiar memórias De vivências alheias Revividas em traumas não tratados Assimilados Abusados Já não como nem mais sei beber De medo no meu ego Lascado de outros Revoltos por gerações Falo e jamais oiço Desde o leito do teu pranto Por não me quereres Ouvir Saber Criar Pois não mais vivo por ti. (Também partilhado no D&P e criado a 02 de April de 2015, e não anotei o que me inspirou...)