Sempre que oiço sobre a dor de uma perda, luto, vivo momentos de “E se…?” que podia viver se um ente querido perdido ainda estivesse entre nós. É particularmente devastante ouvir dizer que os sonhos de alguém conhecido estilhaçaram-se com o fim de uma gravidez prematura. O importante é aceitar que cada um de nós encara o luto da sua maneira- diferentes uns dos outros. Alguns, como eu, preferem enfrenta-lo sem ajuda de calmantes, outros preferem não encarar a dor. A esperança é que o tempo atenue a gravidade da ferida e suavize a dor. Numa sociedade aonde há serviços e meios disponíveis para todos, uma parturiente, ou um casal, poderá buscar tais serviços de apoio adequado individualmente ou recomendado a, ou por, algum especialista. Aonde há escassez ou falta de apoio, limitamo-nos a depender dos nossos próprios recursos e/ou da família que nos apoia. Mas superar uma perda sozinhos pode consistir um grande desafio para alguns… Quer sejamos nós a viver uma dor ou estejamos a ap...
Um espaço bem meu, com um bocado de piteu!