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Showing posts with the label Exercício de escrita

Ironia de um Destino

... Ou 10 de 100 dias já estão completos. A publicação #9 partilhada na página do Instagram @dandp.da.lwlw foi essa: Texto de Lwsinha MC

Antes da Morte, Ainda em Vida

Desenvolva um diálogo segundo o último parágrafo da página 10 do livro que uso no número 3, acima.      Via Google "Não chorem sobre a minha sepultura, Pois não estou lá, não adormeci. Sou um milhar de ventos que sopram, Sou o o diamante de luz na neve, Sou o raio de sol no trigo maduro, Sou a branda chuva de outono. No silêncio da manhã que desponta, Sou o adejar rápido e animado Das aves silenciosas que voam em círculos, Sou a Luz suave das estrelas à noite. Não chorem sobre a minha sepultura, Eu não estou lá, eu não morri. (Não é perfeito para um funeral no campo?) Mãe" - Lwlw, porquê isso agora? O que é que se passa que  não  nos estás a dizer? - Não se passa nada comigo.  - Hum! - Juro-te que não se passa nada. É apenas um  exercício que tenho posto algumas pessoas a fazerem. Só não sei como pedir aos meus pais e tios. - Porquê que não? - Eles nunca acreditarão seu só um exercício. - Se calhar não é mesmo. Também tenho as minhas...

Escrita... Porque é que escrevo

Na rectidão de um silêncio   Encontrei voz na escrita Arrogante e paciente De alegre perspicácia  Por experiências confessadas em anonimato  Muitas mesmo roubadas Em íntimos momentos públicos Ou súplicas marejadas Reveladas em imatura inocência  Entre prepotente narcisismo De dar voz a quem não fala Escrevo sim, e como comecei nem mais sei As vezes de forma atrevida  Sigo e insisto  Mesmo quando não sinto É uma avenida leitural Nem sempre veicular ou literal Escrevo, porque, simplesmente, faz-me bem. Foto de Lwsinha MC

Uma vista no décimo de quinze Dias de Escrita

Ele insistiu que chegassemos de noite. Não gosto muito de viajar no escuro, mas não quis estar agar os planos dele. Deixamos as janelas do quarto abertas, deixando a briza fria fazer o seu trabalho.  O quarto estava decorado com mobília rústica em madeira contrastada em tons de branco, incluida o gigantesco mosquiteiro com cheiro de jasmine. O verde das plantas no pequeno pátio fechado e as flores campestres deram um toque de casa. Ficamos acordados até as 500s, desfrutado da companhia um do outro, distante do barulho da cidade, com os telefones des ligada. Conversamos aos som dos grills e a luz de velas. Desperatei com o cantar do galo. Rebolei, tapei os ouvidos e tentei ignora-lo, mas dois outros juntaram-se ao cantarolar. Levantei-me para fechar a janela. Desacelerei ao vê-lo grudado as grades. Pus o meu braço direito a volta da cintura dele. Ele puxou-me afrente dele e sunsurrou ao meu ouvido, "por essa vista foi que eu insisti que viessemos." Não sei quan...

15 Dias de Escrita- Pequeno Poema

Três mulheres  Conhece-me a mim E não a Fany  No meu medo de falhar Com vontade de escapar Vou chorando para não estourar  Escondo-me em lágrimas reprimidas  Que lutam para cair dia sim dia não Conhece-me a mim E não a Mary   Que se diz meiga e cuidadosa Só que é mesmo assustadora Grita, surra e ameaçadora Faz tremer a todo o mundo Até os putos do Talatona Conhece-me a mim  E não a Zaly  Que chupo gelado de múcua no paú Mas prefiro o de saco e grandalhão Eu que cubro o cabelo e o tumbau E gostaria era de andar como na Ramalho Ortigão. Três mulheres feridas Três vidas áridas  Cada uma um caso Como tu, nessa imensa multidão. Via Google