Via Google Os meus olhos não acreditavam o que viam entrar pelas portas do café na esquina da Rua das Maravilhas na baixa de Luanda. Pouco frequentado àquela hora da manhã, a maioria dos clientes eram muito mais velhos, os que vinham da igreja do outro lado das parades traseiras e sentavam-se para deixar passar o dia, antes de deixarem-se englobar pelas paredes das suas casas que muitas vezes não os permitiam mais explorar a cidade de taão cansados os seus ossos. Baixei os olhos na expectativa que ela não me fosse notar. O que esperava mesmo é que ele não me notasse. Pousei o cotuvelo na mesa e desejei que a minha maão fosse maior para cobrir-me por completo. - - Noé!? Oivi-a bem próximo de mim. Não tive como fugir. - Não acredito, voltou a dizer a Cenira. Àquela voz bem eu conhecia. Venerei-a por muitos anos e não acho que fui correspondido da mesma forma. O traiçoeiro do meu corpo está a relembr...
Um espaço bem meu, com um bocado de piteu!