Skip to main content

Posts

Showing posts with the label Consideração

O que diriam?

Algumas vezes, enquanto pesquisei sobre o trabalho terapêutico com alguém que está ou esteve recentemente em luto ou sofreu uma perda, encontrei as questões: Se podessemos ouvir conversas de quem nos conheceu durante o serviço de velório ou enterro, o que diriam as pessoas presentes sobre quem nós fomos prà eles e como vivemos a nossa vida? Que memórias teriam essas pessoas sobre a vida que vivemos e como nós os tratamos enquanto vivos? Obviamente que as respostas a essas perguntas nenhum de nós poderá alguma vez ter após morte. Sugere-se que cada um de nós, ou os interessados, faça uma introspecção e convidemos os nossos ente-queridos a responder as perguntas. Esse exercício pode at é  ser uma forma de enfrentarmos a nossa mortalidade e encorajar-nos a realmente pensarmos um pouco sobre como queremos ser recordados. Eu vejo-o, entretanto, como uma oportunidade de apaziguar ou remediarmos relações que possam estar sensíveis ou mesmo quebradas. Mas não deixo de pensar o que...

Desculpa nem sempre cura a ferida, como se diz na gíria...

 ... mas certamente que  é  valorizada aqui por esses lados. No meio da bagunça diária e do cansaço no fim do dia, há momentos pequeninos que acalentam o nosso coração e relembram-nos do valor dos nossos esforços, a todos os décimos de cada dia, na educação dos nossos pequenos. Hoje de manh ã encontrei um bilhetinho que deixou o meu menino para a senhora que nos limpa a casa de vez enquando. Da última vez que cá esteve, ela deixou cair e destruiu um puzzle que os meus pequenos haviam acabado de juntar no dia anterior. Prà desculpar-se, a senhora deixou um bilhete aos pequenos cá de casa, ao que respondeu o meu mais velhito dizendo: “Não tem mal. Realmente levou-nos algum tempo a construir o puzzle, mas nós perdoámo-la.”

Por cortesia...

"Por cortesia ao próximo passageiro limpe após o uso. Obrigado!" Quantas vezes vi um aviso semelhante em aviões e quantas foram as vezes que não foram cumpridos? Não tanto por cortesia mas mais por uma questão de higiene, prefiro, desde que comecei a viajar e já sabia ler, deixar os lugares públicos que uso apropriadamente limpos para a próxima pessoa que venha usar. Custará a outras pessoas fazer o mesmo?   Pergunto-me porque prà alem de ser repugnante prà mim usar lugares públicos pouco higiénicos, como mãe, e chato ter de limpar o que quão deixado por distracção ou falta de consideração. Se calhar não foi um adulto que usou e sim uma criança que ainda não aprendeu a limpar, ou os pais não queiram, que limpem. Como adultos que acompanhamos crianças, temos de nos certificar que eles demonstram os valores e carácter que temos estamos a modelar para eles. Sendo assim, se uma criança de 5 ou 8 anitos usa um lugar publico, cabe ao adulto que o/a acompanha verificar se essa cri...