Algumas vezes, enquanto pesquisei sobre o trabalho terapêutico com alguém que está ou esteve recentemente em luto ou sofreu uma perda, encontrei as questões: Se podessemos ouvir conversas de quem nos conheceu durante o serviço de velório ou enterro, o que diriam as pessoas presentes sobre quem nós fomos prà eles e como vivemos a nossa vida? Que memórias teriam essas pessoas sobre a vida que vivemos e como nós os tratamos enquanto vivos? Obviamente que as respostas a essas perguntas nenhum de nós poderá alguma vez ter após morte. Sugere-se que cada um de nós, ou os interessados, faça uma introspecção e convidemos os nossos ente-queridos a responder as perguntas. Esse exercício pode at é ser uma forma de enfrentarmos a nossa mortalidade e encorajar-nos a realmente pensarmos um pouco sobre como queremos ser recordados. Eu vejo-o, entretanto, como uma oportunidade de apaziguar ou remediarmos relações que possam estar sensíveis ou mesmo quebradas. Mas não deixo de pensar o que...
Um espaço bem meu, com um bocado de piteu!