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Showing posts from June, 2012

Coisas que faço...

Continuo a desenhar... Aqui vão mais alguns dos antigos modelinhos, vestido comprido e sandália, e um dos mais recentes, o vestidinho curto que é da linha infanto-juvenil.

Passeio...

... De hoje foi com a Joaninha & o Leãozinho da Lwlw; aventuras de uma mãe e os seus pequenotes. Pelo passeio íamos fazendo paragens para registrar os momentos e aventuras por escrito nos caderninhos que levamos connosco.

Um passeio...

... Com a "Joaninha da Lwlw", como a chama a Afrikana / Soulsistah Anita. Recolhemos flores & apreciamos borboletas, abelhas e passarinhos voarem ao nosso redor. Bom solzinho na pele, boa conversa entre nós e voltamos de chinelos à mão.

Um dos alegados predadores sexuais acaba de sair de circulação..

... Mas o mundo ainda não está protegido. Acaba de concluir o julgamento de um dos mais recentes casos de abuso sexual infantil nos EUA, aonde as vozes das vitimas ecoaram e o vitimizador/pedófilo possivelmente viverá o resto dos seus dias encarcerado. Durante a conferência de imprensa, o grupo de advogados da acusação apelaram a vigilância de todos nós, como pais, educadores, adultos por esse mundo. Infelizmente, o número de vitimas de abusos físico, emocional e sexual pelo mundo é alarmante, mas os recursos para a maioria dessas vitimas é quase que não existente. O abuso sexual é, na maioria das vezes, difícil detectar-se enquanto está a suceder, pois as vitimas geralmente conhecem bem quem os abusa (ex. familiares, professores/treinadores, amigos), e esses usam tácticas de manter as vitimas atrapadas. Por esse motivo, nunca é demais iniciar-se diálogo com os pequenotes advertindo-os da existência de possiveis perigos. É essencial supervisar os pequeninos, até mesmo adolescentes, e...

O que diriam?

Algumas vezes, enquanto pesquisei sobre o trabalho terapêutico com alguém que está ou esteve recentemente em luto ou sofreu uma perda, encontrei as questões: Se podessemos ouvir conversas de quem nos conheceu durante o serviço de velório ou enterro, o que diriam as pessoas presentes sobre quem nós fomos prà eles e como vivemos a nossa vida? Que memórias teriam essas pessoas sobre a vida que vivemos e como nós os tratamos enquanto vivos? Obviamente que as respostas a essas perguntas nenhum de nós poderá alguma vez ter após morte. Sugere-se que cada um de nós, ou os interessados, faça uma introspecção e convidemos os nossos ente-queridos a responder as perguntas. Esse exercício pode at é  ser uma forma de enfrentarmos a nossa mortalidade e encorajar-nos a realmente pensarmos um pouco sobre como queremos ser recordados. Eu vejo-o, entretanto, como uma oportunidade de apaziguar ou remediarmos relações que possam estar sensíveis ou mesmo quebradas. Mas não deixo de pensar o que...

Dare

O fim de um poema escrito em Junho de 2001... [...] My body silently whispered for your fairness Inches and bits no longer under control Inviting you in an arithmetic cocktail With the sweetened scents in the air Showing you the way Leaking, you awaken the last sense of lady "Who" Sending me into an ecstatic conversation with his highness Dr. "Shoe" Unable to hold on We engage in a spectacular performance Where moaning gasps sound like lyrical compositions, And the banging around the drums of our song. Now at the end, I dare you to play it all night long. 

Desculpa nem sempre cura a ferida, como se diz na gíria...

 ... mas certamente que  é  valorizada aqui por esses lados. No meio da bagunça diária e do cansaço no fim do dia, há momentos pequeninos que acalentam o nosso coração e relembram-nos do valor dos nossos esforços, a todos os décimos de cada dia, na educação dos nossos pequenos. Hoje de manh ã encontrei um bilhetinho que deixou o meu menino para a senhora que nos limpa a casa de vez enquando. Da última vez que cá esteve, ela deixou cair e destruiu um puzzle que os meus pequenos haviam acabado de juntar no dia anterior. Prà desculpar-se, a senhora deixou um bilhete aos pequenos cá de casa, ao que respondeu o meu mais velhito dizendo: “Não tem mal. Realmente levou-nos algum tempo a construir o puzzle, mas nós perdoámo-la.”