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Showing posts from December, 2011

Primeiro NATURAniversário...

De mãe prà filha, a minha jornada natural. Começo a escrever esse testemunho enquanto preparo-me para o primeiro aniversario do dia em que considero ter iniciado oficialmente a minha jornada natural, usar o cabelo sem produtos químicos que alterem a sua textura. A um ano hoje, 22 de Dezembro, chegada a Houston, Texas para passar as férias com familiares aventurei-me a ir a uma cabeleireira que me haviam sugerido. Ela cortou-me demasiado o cabelo que, estando natural eu não sabia o que fazer com ele na altura. Até então, já não havia desfrisado o cabelo a 9 meses. Ia ao cabeleireiro uma vez por mês, caso não tivesse trancas, ou após tirar as trancas para tratamento de hidratação e uma mize. A cabeleireira punha-me rolos após tratamento e lá ia eu para o secador. O cabelo ficava maleável até eu molhar. Ai vinham os desafios… Como tendia a penteá-lo seco, achava-o súper impossível de gerir sem que o secasse com o secador, algo que habituei-me a usar mesmo antes de desfrisar pela prime...

Eternamente saudosa...

Não bem nostálgica, mas sim hoje acordei saudosa. De coisinhas e detalhes que me fizeram quem sou… Bateu uma saudade grande de estar sentada tardes a fio a ouvir muito boa música na rádio enquanto gravava cassetes com as “quetas” favoritas que acabavam por ser interrompidas por anúncios ou os locutores da rádio. Daquela chuva pequena de apenas minutos ou poucas horitas que arrefecia o chão e deixava um aroma no ar que, dependendo do sitio aonde estivesse, podia bem ser desagradável Das vozes teimosas das vendedoras ambulantes, agora conhecidas por kinguilas, que nos tempos apenas eram as peixeiras e os afiadores de facas, que nos seus gritos desesperados prà chamar clientela ecoavam por toda a cidade. Das buzinas malucas que nos anos 80 e 90s até eram organizadas e não se igualam a anarquia que se ouve hoje. Da forma como é anunciado o jornal da 1 na rádio e o silêncio exigente em quase todas as casas para que os “cotas” pudessem inteirar-se do que se passa pelo mundo e ...

E como têm sido as suas interacçōes interpessoais?

A nossa interação com outras pessoas tem um impacto nas nossas vidas, quer queiramos ou não. Como tem sido as suas? Será que as interacções que tem com ente queridos, amigos ou mesmo estranhos ajudam-no a fazer sentir-se melhor? Será que essa pessoa deixa-o a sentir-se esgotado e/ou negativo? É inevitável não interagirmos com pessoas que consciente ou inconscientemente moldam as nossas vidas. Geralmente, elas assumem um patamar positivo ou negativo, acumulando-se e tendo um impacto profundo na forma como nos sentimos e vivemos. No livro, “Quão cheio está o seu balde”, de Donald O. Clifton e Tom Rath, os autores usam a metáfora de um balde e uma caneca invisiveia, que carregamos todos pela vida, armazenando emoções positivas ou não. Idealmente, devemos carregar um balde cheio ou actransbordar e, no outro extremo do espectro, o balde está vázia. As pessoas que imergem no nosso balde, podem enchê-lo de coisas negativas ou esvazia-lo das emoções positivas de tal forma que passamos ...

Deliciosamente saudáveis, ao menos assim justifico...

Duas delicias que não me fazem sentir lá tanta culpa prà come-las, pois uma tem frutos frescos e secos, e a segunda uma boa quantidade de cenoura. Muito bem fazem aos olhinhos e muito melhor ao estomagozinho. Tarte folhada de maça Ingredientes: 1 massa folhada rectangular, 4 maçãs pequenas, 1 limão, açúcar, canela em pó, pinhões, amêndoa laminada, passas de uva q.b. Preparação: Ligue o forno a 200º C. Desenrole a massa folhada em cima do tabuleiro de ir ao forno. Pique toda a massa folhada com um garfo e espalhe uma quantidade de açúcar e canela a gosto. Descasque as maçãs e coloque por cima o sumo de limão. Rale-as com a ajuda de um ralador grosso e disponha em cima da massa folhada. Volte a salpicar com açúcar e canela a gosto. Espalhe as passas de uva pela massa folhada, juntamente com os pinhões. Enrole em forma de rolo e com a ajuda de uma faca dê-lhe uns cortes. Espete a amêndoa laminada a gosto. Leve ao forno por cerca de 35 minutos. Deixe que arrefeça e sirva. E o bol...

Bullying não é brincadeira!

Bullying, como definido no post de 30 de setembro 2011 aqui no blog, é o conjunto de maus-tratos, ameaças, coacções ou outros actos de intimidação física ou psicológica exercido de forma continua sobre uma pessoa considerada mais fraca ou mais vulnerável. Apenas aprendi a palavra como adulta, na minha vida profisional... Mas pergunto-me: Será apenas um conceito de sociedades desenvolvidas ou é veridico em todo o mundo, indiferente do grau de desenvolvimento e/ou infraestrutural da sociedade em que nos encontramos? Será o conceito dificil de ser entendido ou nós é que temos ignorado ou minimizado o impacto desse fenomeno que alguns de nós viveu (ou vive ainda) bem na pele, por talvés termos encontrado formas de supera-lo? Verdade é que desde que a vitíma se sinta perturbada com os insultos e ameaças, não importa como o mundo tenha superado similares insultos e/ou ameaças no passado. O impacto desses maus-tratos têm de afectar a vitíma para receberem a devida atenção e intervenção. ...

Um aperto...

Mais e mais deparo-me com histórias de pais que não são capazes de atender às necessidades emocionais de seus filhos, quer seja um filho menor de idade ou um adulto com os seus próprios filhos. Uma coisa é ouvir tais histórias na arena profissional e é completamente diferente de lidar com isso quando as circunstâncias são mais familiares. Eu vim a perceber que, muitas vezes, alguns pais têm os seus próprios problemas de infância não resolvidos ou existenciais, como adultos, e podem (ou não) ter aprendido as ferramentas apropriadas para gerir adequadamente as suas próprias emoções e/ou reacções a determinadas situações. Consequentemente, a falta de conhecimento e inabilidade prà conectar podem re-traumatizar mais do que ajudar a criar entendimento e união, nessa altura tão necessitada. Saibam que a raiva, ressentimento e estado de espírito depressivo (ex. Chorar por horas, perder vontade de fazer as coisas que o satisfaziam antes) podem ser algumas das reacções que as pessoas podem ter ...

Apenas deu-me vontade.

Hoje apeteceu-me nada mais do que segurar a minha cassulinha nos meus braços e, apesar de súper desafinada, cantar. Ela acompanhou algumas vezes, mas tinha a sua agenda pessoal. De vez enquanto lutava prà libertar-se mas lá voltava quando o paizinho e o mano dela, que estavam entretidos entre eles, não a davam bola. Não a tive o tempo inteiro comigo mas tive-a o suficiente para tirar proveito da companhia dela.