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Showing posts with the label Curiosidades

Da cegonha à Anatomia

Via Google Conversas cá de casa que surgiram, como se, simplesmente do nada... My ‘nina (a minha menina): mãe, espera ai, como é que os bebés entram para dentro das mães? 
Eu: como é que achas que eles entram? O irmão distraiu-a e eu safei-me da minha segunda ou terceira tentativa do desvendo da estória da cegonha (passo a mão pela testa para limpar o suor). Isso tudo passou há mais ou menos duas semanas. Escolhi acreditar que na próxima conversa ela viria contar-me a verdade que aprendeu. Mas como estava errada. Hoje a conversa voltou enquanto ela tomava banho ao fim do dia. Invés de escapar-me e tentar encontrar outra saída decidi entrar para esse labirinto que é o autoconhecimento. De que me adianta andar as voltas ou fugir delas se tudo que a menina tem é uma genuíno curiosidade de conhecer o corpo dela, de questionar o incógnito que são alguns fenómenos naturais da vida. Via Google A conversa hoje iniciou com, “mãe, e como é que o bebes crescem dentro das mães?”...

Kids do say the darndest things/miúdos dizem as coisas mais tontas.

Enquanto comíamos brócolos, cenoura, espargos, couve flor e batata com peixe... Joaninha (J): Mommy, tenho mesmo que comer tudo isso? Eu: sim, my nina (menina). Fazem crescer e fazem-me mais saudável. Vais conseguir correr mais rápido e saltar mais alto quando estiveres a brincar e a fazer desportos. A my Nina encontrou formas de comer sem reclamar. Assim que comeu a última coisa que tinha no prato ela vira-se para mim: J: Mommy, jã acabei. Sinto-me mais alta e mais saudável. Eu: Muito bem, nina! Dessa forma eu tenho de dar-te esses legumes mais vezes. J: Aí, momma, acho que já seria muito. Também não preciso de crescer tanto nem ser tão saudável.

Kids do say the darndest things/miúdos dizem as coisas mais tontas.

Conversa entre irmãos... Joaninha (J): Esse ano não tive muitos presentes no meu aniversário. Leãozinho: Pelo menos tiveste alguns. J: A mãe não me deu nada. L: Não!? J: Mas não faz mal. Ela é o meu presente até eu fazer 35 anos. Assim ela pode ajudar-me a planear para a festa, preparar tudo... Via Google L: Sim é verdade. J&L: Mãe eu quero... (E começam os pedidos para o próximo aniversário) Via Google Que sortuda eu sou por ser o presente da menina (e dos meninos) cá de casa por longos anos... :) Essas conversas entre eles deixam-me fraca de tanto orgulho na forma como eles mesmos chegam a uma conclusão.

Como é que pode?

Encontrei o mais velhinho cá de casa a apreciar umas fotos minhas que ele vê a anos. Ontem, perguntou-me como é que o tom da minha pele era diferente em todas elas. Nunca me havia apercebido que tinha esse repertório fotográfico, apesar de notar que com a idade, como muitos familiares meus paternos, a pigmentação da minha pele naturalmente clareia. Nas fotos em questão, eu vou de chocolate com leite a caramelo, de tão amarelada a minha nova tez, mesmo apanhando sol.

A dor que ninguém sabe…

Ou será que o mundo ao meu redor não nota o quanto dói?   Estou a mais de um mês a tentar entender como “espectadora” o que possa estar a pensar alguém que tenho conhecimento de ter sofrido uma perda grande e pessoal. A minha observação e reflexão a tentar perceber a reacção do mundo fez-me questionar se esse mesmo mundo não nota a nossa dor ou não entende o quanto sofremos. Com isso recordei-me dos meus momentos de insuperável angústia pela perda de ente-queridos e tive as mesmíssimas perguntas. Será importante que saibamos se os demais importam-se o quando dói-nos pelas nossas perdas pessoais que vivemos? Ou será que conformamo-nos no nosso isolado sofrer e precisamos de momentos solitários, como mecanismo de defesa ou formas de gerir tais emoções?

Coisinhas novas que vou desenhando

Alguns dos últimos desenhos curiosos. Coisinhas para os "pukunotes"... Aqui (click na palavra "aqui" para ver), partilhei modelinhos para senhoras que comecei a fazer a alguns anitos.

Kids do say the darndest things/miúdos dizem as coisas mais tontas.

Só prà verem até aonde vai a mente de uma criança... Após ouvir o nome do Michael Jackson na tv, o meu filho diz a irmã: "Já sei porque é que o Michael Jackson morreu. Ele fez o video com os zombies (thriller) agora os zombies o levaram." Upon hearing Michael Jackson's name on tv, my son tells his sister: "I know now why Michael Jackson died. He did the video with the zombies (thriller) and now the zombies took him." Ps: não partilhei isso com a intenção de ofender ou desrespeitar ninguém./I did not share this with the intention to offend or disrespect anyone.

O modelinho que gerou um debate e o outro.

Como inicialmente publiquei aqui Como publicado aqui Tenho os meus 2 meninos aqui ao lado enquanto publico esse blog e entraram num debate a tentar decifrar as diferentes partes do segundo modelinho. Coisas de pequenotes...

Perdida em pensamento...

Pensei que havia perdido a minha menina enquanto condizia pra casa com ela no fim do dia. É costume o irmão estar connosco, mas agora que está de férias somos só as duas no carro.  Ao despertar, após de perder-me em pensamento por alguns minutos, quase deu-me um treco. Chamei por ela duas vezes, tentei tocar as pernas dela e até passou-me pela cabeça que ela tivesse aberto a porta e caido durante o percurso. Assegurei-me dessa última ser impossivel, uma vez que verifiquei os protectores das portas traseiras apartir da minha porta e estavam trancadas.  Continuo estupefata até a escrever isso... Quão entranhada estava eu em pensamento para pensar que tinha perdido a minha filha algures?  Encontrei-a deitada no piso enfrente ao asento dela. Caladinha, cheteada/aborreecida por estar sozinha com a mamã que viajara tão profundamente para um outro mundo que é incrivel ter podido seguir o percurso até ali sem qualquer incidente.  Via Foto Search Relutante a menina sent...