Via Google Conversas cá de casa que surgiram, como se, simplesmente do nada... My ‘nina (a minha menina): mãe, espera ai, como é que os bebés entram para dentro das mães?
Eu: como é que achas que eles entram? O irmão distraiu-a e eu safei-me da minha segunda ou terceira tentativa do desvendo da estória da cegonha (passo a mão pela testa para limpar o suor). Isso tudo passou há mais ou menos duas semanas. Escolhi acreditar que na próxima conversa ela viria contar-me a verdade que aprendeu. Mas como estava errada. Hoje a conversa voltou enquanto ela tomava banho ao fim do dia. Invés de escapar-me e tentar encontrar outra saída decidi entrar para esse labirinto que é o autoconhecimento. De que me adianta andar as voltas ou fugir delas se tudo que a menina tem é uma genuíno curiosidade de conhecer o corpo dela, de questionar o incógnito que são alguns fenómenos naturais da vida. Via Google A conversa hoje iniciou com, “mãe, e como é que o bebes crescem dentro das mães?”...
Um espaço bem meu, com um bocado de piteu!