O texto que segue foi desenvolvido para um artigo de colaboração no Mamães em Rede . Eu vi a Rosalinda no meu escritório pela primeira vez há umas seis semanas. Ela veio ter à mim voluntariamente, sem ter sido referida por alguém, dizendo que precisava de ajuda para o Jonalio, o filho de 4 anos, que “estava muito rebelde. Ele não ouve, é super irrequieto. O pai chateia-se porque eu não o educo bem, mesmo estando em casa.” Nem estava eu a conversar com ela há 10 minutos quando o marido ligou para saber aonde estava. Ela disse que tinha de responder. Menos de meia hora daí ele liga novamente e liga mais duas vezes antes de terminar a sessão de avaliação. Rosalinda já o havia dito a primeira vez que estava em consulta comigo. Meia hora antes de terminada a sessão, pedi que a recepcionista do meu escritório ficasse com o Jona para eu falar com ela. Disse-lhe que precisavevde ter informação adicional sem que ele tivesse que ouvir. - Está tudo bem no seu lar? E no seu c...
Um espaço bem meu, com um bocado de piteu!