Algumas vezes, enquanto pesquisei sobre o trabalho terapêutico com alguém que está ou esteve recentemente em luto ou sofreu uma perda, encontrei as questões:
Se podessemos ouvir conversas de quem nos conheceu durante o serviço de velório ou enterro, o que diriam as pessoas presentes sobre quem nós fomos prà eles e como vivemos a nossa vida? Que memórias teriam essas pessoas sobre a vida que vivemos e como nós os tratamos enquanto vivos?
Obviamente que as respostas a essas perguntas nenhum de nós poderá alguma vez ter após morte. Sugere-se que cada um de nós, ou os interessados, faça uma introspecção e convidemos os nossos ente-queridos a responder as perguntas.
Esse exercício pode até ser uma forma de enfrentarmos a nossa mortalidade e encorajar-nos a realmente pensarmos um pouco sobre como queremos ser recordados. Eu vejo-o, entretanto, como uma oportunidade de apaziguar ou remediarmos relações que possam estar sensíveis ou mesmo quebradas.
Mas não deixo de pensar o que me diria a minha família, amigos e conhecidos, se eu os pedisse que fizessem esse exercício. Sei que o farão quando não estiver mais nesse mundo físico, porque não fazerem enquanto eu vivo desfrutando de cada momento do meu viver?
Muito fixe. Acho que isso serve para darmos uma reavaliada na forma como temos encaminhado nossas vidas.
ReplyDeleteSem dúvidas, Marcela!
DeleteMuito o que pensar mesmo, porque que tudo que é bom só bem ao de cima quando tens toneladas de área em cima!? Que coisa complicada de entender, porém não é difícil de o praticar...
ReplyDeleteBoa pergunta, Africa e os seus encantos.
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