Skip to main content

Patriotismo ou pressão?


E se uma primeira dama negra voltasse as suas raízes e usasse o seu cabelo natural? Qual acham que seria a reacção do seu povo?
Uma colega minha muito mais velha que eu diz muitas vezes ao ver-me usar o meu afro que acha que a primeira dama Americana ficaria "o máximo" se ela usasse o cabelo dela natural. Segundo reacções partilhadas aqui, a uma foto dela alterada no Photoshop, uns apoiam e outros acham que a sociedade não está preparada para tal? O que sucederia se quer ela, como outras primeiras damas, como a Angolana, decidissem simplesmente usar o cabelo dela(s) natural, qualquer que fosse a razão? Será que haveria uma aderência maior de outras mulheres a fazerem o mesmo (como uma forma de patriotismo, quiçá)? Ou a reprovariam de tal forma que a mesma não aguentaria a pressão?

Comments

Popular posts from this blog

BC #2- "O que mudou na minha vida depois da maternidade"

E essa  é  a segunda blogagem colectiva aqui do "outro lado", uma iniciativa da Genis Borges do reciclando com a mamãe . Reciclando com a Mamãe   Com as minhas experiências da maternidade, aprendi que o corpo humano (e cada gravidez) é como se fosse uma doença positiva que gere vidas e trás alegrias, na sua maioria das vezes. Após nascer o meu menino, escrevi cartas às mulheres que fizeram de tudo para demonstrar-me as diferentes facetas da maternidade. Desde então que agradeço a minha própria mãe, que não desistiu, no meio de tanta adversidade, para que eu nascesse. Pela deligência dela, para sempre serei grata. Pessoalmente, deixamos (eu e o pai) de ouvir ou ver todo e qualquer tipo de música, programas de televisão ou filmes, quando bem nos apetece. Hoje temos horários para tal, quer seja em casa ou fora dai. Ir ao cinema passou a ser orquestrado de formas a fazermos durante o(s) horário(s) que o(s) menino(s) estivesse(m) na escola. Desde que eles...

Coisinhas que fiz com os meninos- {blogagem coletiva} Nossos Momentos

Hoje finalmente fui espreiar um parque bem no centro da cidade, para ver o circulo de musicos tocarem instrumentos de percussão. Essa actividade é especifica desse parque há mais de 50 anos. Começou com apenas negros que se juntavam com os instrumentos de percussão e tocam por 4-6 horas sem muitos se conhecerem pessoalmente.  Nos dias de hoje é bem mais inclusivo, mais multicultural. Foi bom ver homens e mulheres (apesar de em número reduzido) comunicarem-se musicalmente e entreterem o mundo tão diverso quanto eles juntos por horas em Paz. A experiência transcendeu idades... Até a minha cassule de 7 anitos pegou instrumentos emprestados de um cubano e juntou-se a festa. Ao som da batucada, é quase que impossível mantermo-nos quietinhos. Havia já um grupinho de bailarinas que, com os pés na terra, fizeram-nos vibrar, alguns imitar, e vibraram de forma espectacular.

Feliz dia da Mulher Angolana!

"Por ser Mulher" Desenho e poema de Lwsinha MC