... mas algo que comecei em tempos.
[...]
Enquanto registrava-se no recinto, Byanika nota na recepção
que um jovem, mais ou menos da idade dela, e relativamente da mesma altura,
olhava na direcção aonde ela se encontrava. Nem fingiu desviar o olhar quando
ela o notou. Ele pareceu ter aceite o desafio. Como se podesse ler os
pensamentos de Byanika, caminhou em direcção à ela. Ao passar por ela, saudou-a
acenando e com um sorriso. Pôs-se ao fim da fila, quatro pessoas depois dela.
Se não tivesse lá estado, nenhuma conversa, algum relato, ou
nenhum registo ter-lhe-ia demonstrado como sentiu-se naquele dia. Não sabia se
quem estava ao meu lado, a frente ou atrás dela, apercebeu-se, mas ela sentiu.
Ao chegar à mesa de registo, demorou-se conversando com quem
a atendeu a ver se o via uma vez mais. Viu pelo cantos dos olhos passar ao seu
lado quatro pessoas e nenhuma delas era ele. Até ele a ter cumprimentado não
conseguiu mais olhar para trás. Não se havia apercebido que ele se tinha ido
embora.
[...]
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