Estive no parque com os pukunitos a chutar bolas e a correr de um lado para o outro. É uma zona recreativa comunitária no meio de um arvoredo que até parece perdido algures no mundo.
Ouviam-se ruidos óbvios dessa época- os diferentes chilrear das aves que passavam, uma máquina de podar a relva, os gritos e gargalhadas de crianças pelos diferentes cantos do parque, incluindo os gritos de espanto das minhas que também correram atrás de borboletas. Prá complentar, o sol (sim sol, apesar de já ser outono) aqueceu a minha pela que padecia dessa divina interação.
Mais tarde juntei-me aos pequenos nas correrias, descalça pela relva que se fez sentir como um tapete protector. Eventualmente a cassulita fartou-se de ser incomodada pelos insectos e pediu que a carregasse as costas. Sem dar por mim, continuei a jogar com o mais velhinho só que carregava agora uns kilinhos extras.
Que maravilha de tarde! Com coisinhas boas que alimentam o ego e beijam o coração, como diz a minha prima.
Ouviam-se ruidos óbvios dessa época- os diferentes chilrear das aves que passavam, uma máquina de podar a relva, os gritos e gargalhadas de crianças pelos diferentes cantos do parque, incluindo os gritos de espanto das minhas que também correram atrás de borboletas. Prá complentar, o sol (sim sol, apesar de já ser outono) aqueceu a minha pela que padecia dessa divina interação.
Mais tarde juntei-me aos pequenos nas correrias, descalça pela relva que se fez sentir como um tapete protector. Eventualmente a cassulita fartou-se de ser incomodada pelos insectos e pediu que a carregasse as costas. Sem dar por mim, continuei a jogar com o mais velhinho só que carregava agora uns kilinhos extras.
Que maravilha de tarde! Com coisinhas boas que alimentam o ego e beijam o coração, como diz a minha prima.
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